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Moinhos de Maré e Vento

A força da água e do ar

Engenhos do passado que laboravam aproveitando as forças da natureza, os moinhos de maré, as azenhas, e os moinhos de vento, são um importante legado na história da região algarvia.

Sempre no cimo dos montes, os moinhos de vento construíam-se com paredes circulares caiadas de branco, prova de limpeza e boa conservação, e tecto em forma de cone. Espalhadas pela serra, e esporadicamente no barlavento litoral, vêem-se ruínas destes moinhos, outrora apetrechados com velas de lona e mós que trituravam o milho e o trigo com que se fazia o pão. Para não deixar morrer a tradição, o parque eólico de Vila do Bispo continua a aproveitar o vento, desta vez com moinhos de esguias pás de aço, para produzir energia amiga do ambiente.

Localizados sobretudo ao longo das ribeiras e no estuário dos rios, os moinhos de maré valiam-se das águas contidas em enormes represas, que eram abertas na baixa-mar para fazer mover as suas mós; as azenhas, utilizavam a água dos ribeiros. Actualmente, restam as sombras destes engenhos, com excepcionais casos de recuperação, como na Quinta do Marim, situada no Parque Natural da Ria Formosa, que mantém o moinho a trabalhar regularmente e aberto a visitas.

Actualizado em: 02-10-2014

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